Considero que a humanidade deu cinco saltos gigantes: o primeiro foi a
descoberta do controle do fogo; o segundo foi a invenção da roda;
terceiro, tipografia; quarto, o uso da energia elétrica; e, em quinto a
Internet.
Parte de diretores de veículos de comunicação que trabalham com a
informação, de rádio e televisão, e em especial diretores das mídias
impressas, ainda não acionaram seus cérebros à lógica da situação em que
estamos no século 21. Eles parecem viver a ilusão de que continuam a
manter o controle da notícia e que ainda possuem o poder de reter e
manipular o conhecimento dos fatos.
Os tipógrafos estão por aí, mas hoje quem está na frente são os teclados
do computador pessoal, o sistema touch screen, aparelhos de celulares
de última geração. Para o bem e para o mal, até a garotada de 12 anos
está se comunicando com o mundo mais rápido que as redações
jornalísticas. Basta abrir o site YouTube e procurar arquivos relativos
às escolas públicas. A petizada mostra sanitários sem papel higiênico,
paredes mofas. E brigas entre eles também.
Além dos jovens, a sociedade em geral parece não mais considerar a
revista semanal, o jornal das bancas e a televisão como principal fonte
de informação. É a Internet que apresenta as novidades. Há mais de cinco
anos, ininterruptos, um jornal sediado em São Paulo, de renome em todo
Brasil, liga para minha casa e oferece de graça 20 dias do seu periódico
para que eu decida se assino ou não. Por quê? Cada um tire suas
conclusões. A minha é a lei de oferta e procura, deve existir número
reduzido de interessados, o preço foi à lona.
O clássico exemplo de maus gerentes na mídia da comunicação é o sistema
Globo de comunicação versus Pr. Marcos Pereira. Comportam-se como se
ainda vivêssemos no século em que a tipografia estava no topo da
circulação da informação. Jogam na praça inverdades, como se não
houvesse blogs e redes sociais desmentindo tudo com muita rapidez e
alcance maior do que eles possam imaginar. A troca da informação virtual
ocorre por gente que tem pouco ou nenhum nenhum interesse em folhear
publicações de jornais e revistas.
O sistema Globo quis nos fazer acreditar que Marcos Pereira é denunciado
por Ana Madureira da Silva, e que ela seria ex-esposa porque ele
cometia abusos sexuais contra ela. As redes sociais trazem a verdade.
Pereira não está divorciado dela, é casado com Ana há trinta anos e com
ela tem dois filhos. A família está apoiando Pereira nestes momentos de
ataques da imprensa tipográfica, conforme vídeo que circula no YouTube e
blogs. (O link do vídeo está no rodapé deste artigo, sugiro divulgá-lo
também).
ADUD Produções
O Extra, jornal sensacionalista da Globo, com circulação no Rio de Janeiro, ofereceu aos leitores a pérola falsa de que Pereira faz uso indevido de dinheiro arrecadado na Assembleia de Deus dos Últimos Dias e na ONG Instituto Vida Renovada (IVR), insinuando que ele teria comprado indevidamente o apartamento (de 30 milhões?). A verdade tem circulação de alcance mundial nas redes de computadores: o apartamento está em nome da igreja e não do pastor, está declarado ao imposto de renda.
Também, circula nos noticiosos do sistema Globo que uma das mulheres que
acusam o pastor de tê-la estuprado, relata que isso teria acontecido
neste mesmo tal apartamento. Mas a data que essa suposta vítima diz que
houve o suposto deslize é anterior à data em que o apartamento foi
adquirido.
O mau gerenciamento do Sistema Globo é seu pior inimigo. Não sei por
quanto tempo a empresa conseguirá sustentar-se assim, agindo como se
operasse no tempo em que o cidadão dependia do papel para saber as
notícias de ontem, tempo das folhas saídas do prelo às pressas,
transportadas de banca em banca durante altas horas da madrugada.
Talvez, até o momento que seus anunciantes perceberem que é um péssimo
negócio associar seu nome com uma empresa que não abriu os olhos para a
velocidade da interatividade virtual, que retirou dos donos de grandes
tipógrafos o poder quase absoluto de formar opinião.
Acordem, gerentes da Globo. Vocês não são os formadores de opinião como
foram no século passado, contratem sociólogos antendados com o aqui e
agora. Notem bem, vocês estão tentando destruir uma figura pública e,
muito provavelmente, nesta tentativa estão construindo novo mártir
cristão. E tratar com gente dessa classe no âmbito do senso coletivo
jamais será o mesmo que beber água de coco na praia; é o contrário,
significa entrar para a história como seu algoz, o vilão. Ponderem no
que haverá no dia seguinte quando a vilania for o sobrenone da Globo.

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